quinta-feira, 2 de abril de 2009

Nunca antes na história deste país, diria LULA!




Mas como está difícil interpretar as continuidades sócio-históricas do Brasil, hein?

E ainda tem mais essa, leia:

Lula quer entrar para a história como o presidente que emprestou dinheiro ao FMI







E vejam a opinião de um colunista d'O Globo, que parece mais chocante ainda!
" [a foto acima] Trata-se de uma imagem emblemática sobre a nova posição que o Brasil ocupa no mundo, pois até pouco tempo atrás não era tão comum o nosso país participar de reuniões deste porte, muito menos o presidente brasileiro sair tão bem na foto, cheio de graça e moral.
“Para um torneiro-mecânico até que está bom demais…”, eu costumava brincar com ele quando o acompanhava a estas reuniões nos dois primeiros anos de governo. Até para o próprio Lula, acho que tudo isso já virou rotina e nem lhe chama mais a atenção.
Mais importante do que a imagem, porém, é a nova atitude da delegação brasileira nestes encontros. Ao invés de ir lá mendigar ajuda ao FMI para não quebrar, agora o Brasil toma a iniciativa de propor uma reforma deste organismo multilateral _ e se propõe a ajudar os países mais pobres.
“Vamos falar de igual para igual. Se for necessário colocar dinheiro como empréstimo, desde que não diminua nossas reservas, não tem problema. O Brasil não vai agir como se fosse um paisinho pequeno sem importância”, avisou Lula na entrevista que concedeu na viagem de trem até Londres, depois de almoçar com o presidente francês Nicolas Sarkosy, em Paris.
Ele agora pode falar isso porque o Brasil durante seu governo não só zerou a famigerada dívida externa como tem hoje mais de 200 bilhões de dólares em reservas internacionais.
Em seis anos e três meses de governo, o antigo líder sindical mudou a cara do Brasil lá fora e é recebido e respeitado pelos principais líderes mundiais como um igual. Hoje à tarde, por exemplo, terá um encontro bilateral solicitado pelo presidente da China, Hu Jintao.
Lula, de fato, não precisa ler os jornais brasileiros para saber o que pensam os homens que decidem os destinos da economia mundial. Fala diretamente com eles e por eles é ouvido como jamais aconteceu antes com qualquer outro presidente brasileiro.
Sei que alguns leitores vão se sentir injuriados e pessoalmente ofendidos com o texto acima. Mas estes são os fatos, meus caros amigos, não há mais como negar. E me sinto muito feliz por poder relatá-los a vocês, ao contrário de alguns colegas que insistem em esconder a realidade." (Ricardo Noblat em O Globo)

terça-feira, 31 de março de 2009

Debate LULA X COLLOR nas eleições de 1989

Cem anos depois da proclamação da República Brasileira e depois de muitos anos de Governo Militar, o Brasil tem nova oportunidade de escolher um Novo Presidente por eleições diretas.

terça-feira, 24 de março de 2009

Ditadura Militar por Chico Buarque

JOÃO GOULART: Afinal que governo foi esse?




Confira neste artigo da Revista Brasileira de História um balanço da produção acadêmica recente sobre o período presidencial de João Goulart, procurando apresentar as linhas gerais dessa produção, inserindo-a na trajetória mais longa de estudos sobre o governo Goulart e o Golpe de 1964.

sexta-feira, 20 de março de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

Carta Testamento de Getúlio Vargas - A versão concisa!






Primeira página da Carta-testamento (cópia manuscrita e assinada) divulgada muitos anos após o suicídio de Vargas.(GV c 1954.08.24/2)

Clique na imagem para melhor visualização
(A letra infelizmente continuará ruim mas vamos compreender que o sujeito estava numa situação difícil à época em que escrevia esse documento!)
Quer ver o restante do documento?

Perdido na história do Brasil? O mapa do historiador é a linha do tempo!

Para aqueles que gostam de guiar suas leituras críticas por cronologias que referenciam os temas abordados, temos uma boa sugestão no site do CPDOC: uma cronologia histórica, com pequenos textos sobre alguns temas, trajetórias e biografias de alguns nomes destacados na política, cultura e sociedade no período. É um bom apoio para a memória e a compreensão dessa história.